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Agencias, Peleja

Wladimir Pomar responde a artigo de Walden Bello – Por quê a raiva?

No ultimo fim de semana chamamos a atenção aqui a um artigo do economista Walden Bello sobre a situação na ásia. Pois agora o Correio da Cidadania publica um artigo respota do professor Wladimir Pomar, estudiosos das economias asiáticas, principalemnete a chinesa, sobre a qual já publicou livros.

trechos abaixo, artigo completo aqui.

Com o sugestivo título de “Ásia perto de uma explosão de raiva social”, Walden Bello, professor de ciências políticas e sociais na Universidade das Filipinas (Manila), membro do Transnational Institute, de Amsterdam, presidente da Freedom from Debt Coalition, e analista senior na Focus on the Global South, escreveu um artigo em que procura demonstrar a tese de que o Sudeste asiático estaria ingressando “em um período de protestos radicais e revolução social”.

Ao menos neste artigo, Bello não detalha números, nem dados, que comprovem suas informações. Mas conclui que: a) a “queda do principal mercado asiático fez esquecer qualquer possibilidade de ‘descolamento’”; b) a “imagem das locomotivas desatreladas” já não seria válida, “se é que alguma vez o foi”; c) o “fim repentino da era das exportações vai ter desagradáveis conseqüências”.

Segundo Bello, a industrialização, com a elevação do “poder de compra nacional”, “estava fora de questão para as elites da região”, porque teria que significar a “redistribuição dos ganhos e da riqueza”. Diante disso, os governos do Sudeste asiático teriam transformado a EOI “num dos pontos-chave do consenso” com o Banco Mundial, tomando “os mercados para a exportação, especialmente o (…) norte-americano, (…) como um substituto indolor”.

No entanto, o próprio Bello sustenta que esse “consenso” não serviu para nada. As economias do Sudeste asiático só teriam decolado “em meados dos anos oitenta”, em decorrência do Acordo Plaza. Os Estados Unidos forçaram a valorização do iene japonês, e tornaram as importações japonesas mais caras. Isto permitira que os produtos mais baratos do Sudeste asiático acessassem o mercado dos EUA e que o Japão transferisse “os trabalhos mais intensivos para zonas de salários baixos, principalmente a China e o Sudeste asiático”.

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